
© Corbis
Chegar a casa e não ter com quem falar, teres de tirar autorretratos durante as férias, idênticos e sem se distinguirem os lugares por não haver quem te tire as fotografias, ter de assumir todos os custos da hipoteca e não poder partilhar despesas... Um sem fim de inconvenientes da "dourada vida de solteir@". Eis os pequenos problemas que enfrentam a cada momento.
Nas fériasSim, é fantástico não ter de discutir o teu destino de viagem mas... Não é igual planear as férias s@ e/ou acompanhad@. De resto, o simples facto de viajar também é bem diferente quando o fazemos sozinhos e/ou acompanhados. Por exemplo, ao escolher o destino, pode dar-se um conflito de interesses entre o casal mas, geralmente, é um importante factor de compreensão mútua. O teu parceiro/a propõe destinos que nunca considerarias. Além disso, os preços são mais económicos para dois que para um, tal como o facto de partilhar os gastos.
Num casamentoNão se trata de querer estar no altar, nem lá perto, mas porque à hora do banquete sentam-te sempre na mesa dos solteirões, com pessoas que não conheces e com as quais só partilhas o facto de seres solteiro. Na melhor das hipóteses, há gente da tua idade, mas não é habitual. Embora os teus amigos também estejam convidados, como os lugares das mesas são pares, não há espaço para ti.
Em eventos familiaresNeste caso, quando temos parceiro/a, passamos totalmente despercebidos. Se não tivermos... Somos o centro das atenções! Toda a comida, jantar, festa... a tua família inteira dedicada a perguntar-te por turnos se tens namorada/o, o que fazes na tua vida, o que aconteceu à tua última namorada/o da qual nem sequer sabem o nome, e um grande etcetera de perguntas em jeito de interrogatório. Além disso, nenhuma resposta que ofereças será satisfatória e a sua curiosidade não terá fim. Pelo contrário, se responderes com evasivas ou recusares responder poderá ser pior, pois pensarão: A culpa é do feitio dele. É por isso que não tem nem nunca terá namorada!
Em casaParece que viver sozinh@ é um desejo sonhado por todos mas, a longo prazo, a solidão é má companheira.A questão de "em casa" pode analisar-se de dois prismas diferentes: a manutenção e o estilo de vida. No que respeita à manutenção, é sempre melhor dividir as tarefas domésticas pois tudo se torna menos pesado e duro, mesmo quando um dos dois é especialmente "maníac@".Quanto ao estilo de vida, é consolador saber que depois de um mau dia, há alguém que te ama à espera em casa, que te ouvirá, apoiará e ajudará a superar os pequenos problemas do dia-a-dia, além do extra de "dormires" acompanhad@ todas as noites.
Os Domingos à tarde O Domingo é, por excelência, o dia em que sentimos falta de um parceiro/a com quem partilhar a eterna tarde e o tédio. Os planos para este dia costumam ser descontraídos, pelo que é óptimo ter um parceiro/a com quem desfrutar de um filme no sofá, partilhar umas pipocas no cinema, passear no parque, sair para beber um café ou fazer algum desporto. Caso contrário, só sairias da cama para te alimentares e, é claro, nem mudarias a tua indumentária de pijama durante todo o Domingo.







